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Geração de energia começará a ser feita para testar a sistemática de operação. Eletrobrás será cliente da nova empresa
A Eólica Gravatá recebeu a autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para produzir, em fase de testes, energia. É o primeiro empreendimento desse tipo instalado em Pernambuco. “Temos três torres funcionando experimentalmente”, diz o presidente da Eólica Gravatá Geração de Energia S.A., Everaldo Feitosa.
Quem passa na BR-232 já percebeu a existência das turbinas. Foram implantadas 12 delas, entre Pombos e Gravatá, no Agreste pernambucano. A expectativa da empresa é que todas estejam montadas até o final de março. Quando estiverem em funcionamento, vão gerar energia suficiente para abastecer uma cidade com cerca de 250 mil pessoas.
A Gravatá Geração de Energia é uma parceria entre as empresas Eólica Tecnologia e a Gestamp Eólica. A primeira é pernambucana e a segunda espanhola.
Inicialmente, o investimento estimado para implantar os dois parques era de R$ 170 milhões. Atualmente, Feitosa não revela o quanto foi gasto no empreendimento e todos os equipamentos. “Ainda temos alguns pontos para fechar sobre esse assunto”, comenta.
Mesmo com o parque instalado, faltam implantar detalhes operacionais, como o sistema informatizado que vai usar informações via satélite para medir o quanto está sendo produzido de energia pelas turbinas e outras informações que servem para gerenciar todos os equipamentos.
As duas empresas também estão implantando outro parque eólico com três turbinas no município de Macaparana, na Mata Norte do Estado. Lá, a empresa chama-se Eólica Pirauá S.A. “Os nomes são diferentes apenas por uma questão de legislação”, explica Feitosa.
As torres de Macaparana estão sendo montadas. Nos dois locais, a implantação do empreendimento demorou porque tiveram que ser feitas estradas de acesso aos lugares onde foram implantadas as torres.
A energia gerada em ambos os empreendimentos será vendida para a Eletrobrás.
No caso de Macaparana, a empresa também entrou com um investimento de R$ 2,1 milhões para implantar uma subestação de energia na cidade em parceria com a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe).
“A subestação vai propiciar um desenvolvimento da região, que vai passar a ter uma energia de maior confiabilidade”, afirma.
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