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Clippings - 04/07/18

57 blocos têm período exploratório vencendo em 2019

Ao todo, 57 blocos das rodadas 11, 12 e 13 estão nessa situação, a maioria deles (18) na Bacia do Parnaíba, como é o caso dos sete que a Eneva opera por meio de sua subsidiária Parnaíba Gás Natural (PGN): PN-T-101, PN-T-103, PN-T-146, PN-T-163, PN-T-69, PN-T-84 e PN-T-87.

Mas é a Shell a operadora com maior número de blocos com período exploratório chegando ao fim em 2019: são dez na Bacia de Barreirinhas. Chariot Brasil (4), BP Energy (1) e Ouro Preto (1) são as demais companhias com ativos na bacia na mesma situação.

Além do bloco em Barreirinhas, a Ouro Preto opera sete ativos cujo período exploratório termina  em 2019, o que posiciona a companhia em segundo lugar no ranking.

No Recôncavo os dez blocos exploratórios com vencimento em 2019 são operados pela Alvopetro (4), Recôncavo Energia (4), Petrobras (1) e Petrosynergy (1).

As bacias do Ceará e Potiguar aparecem na sequência, com cinco blocos cada uma. Os ativos são operados pela Premier Oil (2),  Chevron (1), ExxonMobil (1) e Total E&P (1), na primeira bacia, e Phoenix (2), Ecopetrol (1), ExxonMobil (1) e Imetame (1) na última.

Na Bacia da Foz do Amazonas, onde o Ibama ainda não liberou atividades de perfuração, há dois blocos com período exploratório vencendo no ano que vem: o FZA-M-59, operado pela BP, e o FZA-M-90, da QGEP.

Por último, em Sergipe, há o bloco SEAL-T-420, operado pela Petrobras.

Um 58º bloco, o AC-T-8_R12, na Bacia do Acre, também tem seu primeiro período exploratório terminando ano que vem, mas o compromisso consta como suspenso na tabela da ANP.

Offshore vs. onshore

Dos 57 blocos listados, 23 são ativos marítimos. Nesse grupo estão os blocos da Shell, Chariot e Ouro Preto em Barreirinhas; dois da BP (um em Barreirinhas e um na Foz); dois da Premier,  um da Chevron, um da Exxon e um da Total na Bacia do Ceará; e o bloco da QGEP na Foz.

2º período exploratório

Na lista da ANP também constam 27 blocos (18 no Recôncavo e 9 em Alagoas) com segundo período exploratório expirando em 2019, mas todos esses compromissos foram suspensos ou prorrogados.

Fonte: Revista Brasil Energia