A ANP postergou para 1o de dezembro de 2020 o prazo final dos Planos de Avaliação da Descoberta (PADs) das seis descobertas da Petrobras em águas profundas da Bacia de Sergipe. Agora, a petroleira ganha mais cinco anos para trabalhar a parte exploratória dos projetos de Barra (1-BRSA-851-SES) , Poço Verde (1-BRSA-1022-SES) , Farfan (1-BRSA-1083-SES) , Moita Bonita (1-BRSA-1088-SES) , Cumbe (1-BRSA-1104-SES) e Muriú (1-BRSA-1108-SES ). O prazo exploratório das áreas terminava em 2018.
Os trabalhos exploratórios na área recomeçam após 2016. Este ano, a ANP exigiu apenas a conclusão do próximo poço de Moita Bonita, onde também deve ser concluído um levantamento sísmico 3D e processamento dos dados. Também deverá ser concluída a sísmica 3D de Cumbe.
Para os próximos anos, ficam pendentes os compromissos contingentes, que envolvem, em sua maioria, a perfuração de poços e alguns estudos de geologia e sísmicas – a decisão da ANP não detalha os compromissos de cada PAD.
Estudos preliminares indicaram um potencial de quase 4 bilhões de boe nas concessões operadas pela Petrobras em Sergipe. A petroleira, inclusive, já indicou que a região possui grandes volumes de gás natural e sua rota de escoamento é um desafio.