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Clippings - 29/05/17

Águas profundas são responsáveis por 19% da produção da Shell

A Shell já alcançou uma produção de 725 mil boe/dia em águas profundas globalmente, volume correspondente a 19% da produção total da companhia. O volume vem de ativos no Brasil, Golfo do México americano Nigéria e Malásia.

A anglo-holandesa pretende subir o volume para 900 mil barri/dia até o começo de 2020, num aumento de 24% em relação ao nível atual. O crescimento previsto nos próximos três anos virá de áreas já descobertas.

“Estamos investindo em projetos com break evens competitivos em águas profundas no Brasil e nossa presença como segunda maior produtora do país continua a crescer”, afirmou o diretor de upstream da companhia, Andy Brown, ao comentar a entrada em produção da P-66, no campo de Lula, na semana passada.

Desde a aquisição da BG, concluída no começo do ano passado, a companhia passou a focar seus negócios principalmente nos segmentos de águas profundas e GNL, com destaque para o Brasil. A companhia ampliou bastante sua participação em águas profundas no país após a fusão, que garantiu participações nos campos de Lula (25%), Sapinhoá (30%) e Libra, operados pela Petrobras no pré-sal de Santos, além de Berbigão (25%) e Oeste de Atapu (25%).

Hoje, a Shell é sócia em quatro FPSOs que produzem no pré-sal brasileiro (P-66, FPSOs Cidade de Maricá, Saquarema e Caraguatatuba), sendo que todos ainda passam por ramp-up. Até 2019, a companhia terá 15 FPSOs em operação em águas profundas no Brasil.

A companhia já informou que analisa a possibilidade de participar das próximas rodadas de licitações no país.