
A Aker Solutions, a Schlumberger e a Subsea 7 anunciaram a combinação de seus conhecimentos e tecnologias na área de subsea para a criação de uma joint venture. De acordo com o comunicado da Aker publicado na terça-feira (30), a JV irá oferecer “uma mudança radical na economia de produção submarina”, no sentido de reduzir o tempo para a exploração, os custos para o desenvolvimento e a emissão de carbono.
A joint venture – que será de propriedade da Schlumberger (70%), Aker Solutions (20%) e Subsea 7 (10%) – ainda depende das aprovações regulatórias, bem como outras condições habituais de fechamento, que devem ser concluídas durante o segundo semestre de 2023. O potencial de sinergia estimado é superior a US$ 100 milhões por ano no médio prazo, e a Aker afirma que a JV terá uma política de dividendos “atrativa”.
Além da combinação de negócios das três empresas, a joint venture irá incorporar a Subsea Integration Alliance, que é uma parceria entre a OneSubsea (que faz parte da Schlumberger) e a Subsea 7. No entanto, até o fechamento da transação, todos os negócios continuarão sendo operados de forma independente.
“Esta joint venture reunirá empresas de classe mundial, que estão posicionadas de forma única, para fornecer tecnologias submarinas para ajudar nossos clientes a melhorar a recuperação e reduzir os custos gerais de desenvolvimento submarino”, afirmou Olivier Le Peuch, CEO da Schlumberger, em comunicado.
“A atividade do mercado offshore está aumentando e essa joint venture impulsionará ofertas aprimoradas tanto em termos de economia de produção submarina quanto em soluções de baixo carbono”, completou Kjetel Digre, CEO da Aker Solutions, no mesmo comunicado.
Recentemente, a Schlumberger também fechou outra parceria, dessa vez com as empresas de serviços geofísicos PGS, TGS e a CGG. A companhia aderiu à plataforma única de dados multicliente Versal.
Fonte: Revista Brasil Energia