Construção do gasoduto que exportará a produção do campo de Caburé está atrasada, informou a companhia
A construção das tubulações e outras instalações de produção no campo de Caburé estão atrasadas, informou a Alvopetro – operadora do ativo – nesta sexta-feira (8/3). O início de construção estava previsto para março, mas a companhia afirmou que ainda faltam autorizações e aprovações de autoridades e órgãos reguladores para a operação.
O gasoduto vai ligar o campo de Caburé, na bacia do Recôncavo, à UPGN que está sendo construída pela Enerflex. O equipamento inicial já foi montado e testado, mas só deve embarcar para o Brasil em abril.
Ainda em Caburé, a Alvopetro prevê a perfuração de mais três ou quatro poços de desenvolvimento. As primeiras vendas de gás do campo devem ser iniciadas em janeiro de 2020, e não mais no final deste ano. O acordo de venda do gás de Caburé foi feito com a Bahiagás.
Licenças
A companhia recebeu licenças ambientais para executar atividades de estimulação e perfuração, na Bacia do Recôncavo. A estimulação será no poço 183(1), no campo de Gomo, com previsão de conclusão no segundo trimestre do ano. A licença para perfuração é para um prospecto no bloco REC-T-57, com início previsto para o segundo trimestre de 2019.
A Alvopetro possui participação nos campos de Caburé (49,1%) e Gomo (100%), ambos na Bacia do Recôncavo. Em parceria com a Suez, possui 65% das concessões REC-T-57, REC-T-62, REC-T-71 e REC-T-145, também no Recôncavo. Em setembro, a produção de petróleo e gás da empresa foi de 17 boe/dia.
Fonte: Revista Brasil Energia