A ANP aguardará ofício da Petrobras para concluir análise sobre as denúncias de que a petroleira não estaria dando igualdade de condições às empresas nacionais em suas concorrências, privilegiando grupos estrangeiros. Como não se trata de um processo formal, a petroleira não tem prazo para apresentar seus esclarecimentos.
As denúncias foram apresentadas à agência pela Abemi, Fiesp e o Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro e focaram na licitação internacional dos módulos de compressão de seis dos oito FPSOs replicantes, que estavam a cargo da Iesa Óleo & Gás. A Petrobras optou por convidar apenas empresas estrangeiras, alegando que as empreiteiras brasileiras estavam impossibilitadas de serem contratadas após a Operação Lava Jato.
O contrato de módulos da Iesa atendia as unidades que serão instaladas nos projetos de Lula Sul (P-66), Lula Norte (P-67), Lula Extremo Sul e Sul de Lula (P-68), Lula Oeste (P-69), Iara Horst (P-70) e Iara NW (P-71).