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Clippings - 23/12/25

ANP: ano termina com 433 blocos exploratórios sob contrato

Esse é o maior número desde a criação da agência reguladora. Em 2025, também houve um crescimento de 90% no número de poços iniciados na fase de exploração frente ao ano anterior

O ano de 2025 termina com 433 blocos exploratórios sob contrato, o maior desde a criação da ANP, pelo segundo ano consecutivo, segundo comunicado divulgado pela agência reguladora na sexta-feira (19).

Esse avanço é reflexo da assinatura de contratos de exploração e produção oriundos dos 4º e 5º Ciclos da Oferta Permanente de Concessão, cujas sessões públicas foram realizadas, respectivamente, em 13 de dezembro de 2023 e 17 de junho de 2025. O total em 2024 foi de 420 blocos sob contrato, o maior registrado até então. 

Segundo a ANP, o aumento da carteira pode impulsionar as atividades exploratórias nos próximos anos, favorecendo novas descobertas e a expansão das reservas brasileiras de petróleo e gás natural. 

Dentre os blocos marítimos, mais de 60% estão associados a áreas de fronteira exploratória. “O avanço da exploração nessas áreas, nas quais há a necessidade de ampliação do conhecimento geológico, pode resultar em futuras novas descobertas”, afirma a ANP. Já em terra, a Bacia Potiguar permanece na liderança, com o maior número de contratos de E&P. 

“A emissão da licença ambiental e o início da perfuração do poço no bloco FZA-M-59, em 2025, na Bacia da Foz do Amazonas, também podem ajudar a intensificar a exploração na Margem Equatorial Brasileira, região para a qual há a expectativa de descobertas expressivas de hidrocarbonetos”, continua a ANP. 

Poços  

Em 2025, houve um crescimento de 90% no número de poços iniciados na fase de exploração frente ao ano anterior, quando foram perfurados apenas 10 poços. Em 2025, foram 19 poços exploratórios, sendo nove na Bacia do Parnaíba, classificada como fronteira exploratória terrestre. 

O ambiente marítimo se destacou por ter liderado em termos de número de poços iniciados, total de dez, sendo seis na Bacia de Campos, três na Bacia de Santos e um na Bacia da Foz do Amazonas. 

Fonte: Brasil Energia | Por Ana Luisa Ergues.