Desses 33 blocos, 24 são marítimos e 9 terrestres. As áreas serão, agora, estudadas pela Superintendência de Avaliação Geológica e Econômica (SAG) da agência reguladora, de modo que, posteriormente, sejam inseridas em ciclos da Oferta Permanente de Concessão

A diretoria da ANP aprovou, em reunião realizada nesta quinta-feira (18), a indicação para a inclusão de 33 blocos exploratórios no rol da Oferta Permanente de Concessão (OPC). Os blocos serão, agora, estudados pela Superintendência de Avaliação Geológica e Econômica (SAG) da agência reguladora, de modo que, posteriormente, sejam inseridos em ciclos da OPC.
Desses 33, 24 blocos são marítimos, localizados nas bacias de Campos (15), Barreirinhas (3), Sergipe-Alagoas (2), Santos (2) e Espírito Santo (2). O restante são blocos terrestres, localizados nas bacias do Recôncavo (5), Espírito Santo (2), Parnaíba (1) e Paraná (1).
A área total dos blocos marítimos é de 14.782 km², sendo a maior parte (9.855 km²) situada na Bacia de Campos. Já a área total dos blocos terrestres é de 6.084 km², sendo a maior parcela localizada na Bacia do Parnaíba (3.050 km²).

Área (km²) dos 33 blocos exploratórios (Imagem: Divulgação ANP)
Os blocos das bacias de Santos e Campos estão localizados próximos ao polígono do pré-sal. Por sua vez, os blocos da Bacia de Barreirinhas estão situados em águas rasas.
Para que sejam efetivamente incorporados ao edital da OPC, os blocos ainda deverão cumprir as etapas subsequentes do rito regulatório, que incluem a análise ambiental, a emissão de Manifestação Conjunta dos Ministérios de Minas e Energia (MME) e do Meio Ambiente e do Clima (MMA), bem como a realização de audiência pública.
No momento, a nova versão do edital da OPC, aprovada em novembro pela ANP, contempla 451 blocos exploratórios e cinco áreas com acumulações marginais, localizados nas bacias de Campos, Ceará, Espírito Santo, Parnaíba, Potiguar, Recôncavo, Santos, São Francisco, Tacutu e Tucano Sul.
Fonte: Revista Brasil Energia