A ANP aprovou a revisão do plano de avaliação de descoberta (PAD) do poço 1-BRSA-1205-RNS, chamado de Pitu, nos blocos POT-M-853 e 855, em águas profundas da Bacia Potiguar.
A fase de exploração do ativo, que terminaria no próximo dia 15, foi estendida para agosto de 2020, enquanto o prazo de avaliação da descoberta foi prorrogado também em um ano, para 2022.
A agência atendeu a um pedido feito pela Petrobras, que alegou dificuldades de aquisição de licenças ambientais. Adquiridos na 7ª rodada da ANP, os blocos são operados estatal (40%) em parceria com a BP (40%) e a Galp (20%).
Pitu foi descoberto em 2013, em lâmina d’água de 1,731 mil m, a 55 km da costa do Rio Grande do Norte. Concluído no ano seguinte, o poço pioneiro atingiu a profundidade final de 5,353 mil m e constatou uma coluna de hidrocarbonetos de 188 metros, com indícios de óleo médio de 24º API.
Fonte: Revista Brasil Energia