A ANP aprovou a compra dos ativos brasileiros da Gran Tierra pela Maha Energy. A transação prevê a compra do campo de Tiê e dos blocos REC-T-117, REC-T-118, REC-T-129, REC-T-142, REC-T-155 e REC-T-224, todos com 100% da concessão, localizados na Bacia do Recôncavo.
O objetivo da companhia sueca é aumentar a produção nas áreas por meio de iniciativas de desenvolvimento de baixo risco que serão complementares ao ativo de Tartaruga, em Sergipe-Alagoas, onde a companhia comprou 75% de participação ao final de 2016.
“Este aquisição representa uma oportunidade única para o crescimento da posição da Maha no Brasil. A companhia terá acesso a uma geração de fluxo de caixa baseada na produção”, afirmou Jonas Lindvall, CEO da Maha.
As estimativas da companhia são de que Tartaruga poderia produzir 320 barris/dia em 2017, volume que pularia para 440 barris/dia em 2018 e chegaria a 880 barris/dia em 2021. Já Tiê deve produzir 1,1 mil barris/dia este ano, 1,35 mil barris/dia no ano que vem e 3 mil barris/dia em 2021. Caso as projeções se confirmem, daqui a cinco anos a Maha produzirá 3,9 mil barris/dia no Brasil
A conclusão da transferência de ativos ainda depende da obtenção de um financiamento pela Maha e de outras aprovações regulatórias.