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Clippings - 03/05/23

ANP desinterdita mais seis instalações do Polo Bahia Terra

Divulgação Petrobras

Outras seis instalações que fazem parte do Polo Bahia Terra foram desinterditadas pela ANP, segundo atualização fornecida pelo Grupo de Trabalho do polo nesta terça-feira (2). Ao todo, 17 instalações foram desinterditadas, 14 estão com a documentação em estado de “entregue parcialmente” pela Petrobras e sete estão com a documentação em análise pela agência reguladora.

Segundo a ANP, a documentação visa comprovar o atendimento, pela Petrobras, das condicionantes apresentadas pelo órgão para que as 38 instalações que fazem parte do Polo Bahia Terra retornem de forma gradual, completa e segura. Para as instalações em estado de “entregue parcialmente”, a ANP definiu quatro prazos distintos: 28 de abril (para três instalações), 5 de maio (cinco), 12 de maio (três) e 19 de maio (três).

A produção de Bahia Terra foi paralisada no final de 2022 devido a “situações críticas” de falhas de conformidade de segurança operacional nas instalações do local, encontradas durante uma fiscalização da ANP. No dia 14 de abril, a estatal informou o início da execução dos procedimentos operacionais necessários para o retorno da produção do campo Fazenda Bálsamo que, junto com o retorno da operação do campo de Araçás, retomado no final de março, poderá restabelecer aproximadamente 36% da produção total do Polo Bahia Terra.

Negociação do Polo Bahia Terra

O processo de desinvestimento do polo encontra-se em fase de negociação com o consórcio formado pela PetroReconcavo e Eneva – no entanto, é possível que a venda do ativo seja suspensa.

Em fato relevante divulgado no final de março, o Conselho de Administração da Petrobras informou que dará prosseguimento aos contratos de venda já assinados, enquanto os contratos não assinados ou com negociações avançadas serão reavaliados pela nova diretoria da petroleira e, posteriormente, pelo CA da estatal. “(…) a revisão dos processos de desinvestimentos não assinados será realizada no âmbito dos ajustes ao Planejamento Estratégico da Companhia”, completou a Petrobras em comunicado no início de abril.

Fonte: Revista Portos e Navios