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Clippings - 25/07/23

ANP prorroga a fase de exploração de 12 blocos exploratórios

ANP prorrogou a fase de exploração de 12 blocos exploratórios – sendo seis operados pela ExxonMobil, três pela Murphy Brasil, dois da Ubuntu Engenharia e um da Petrobras – por meio das Resoluções ANP nº 815/2020 e nº 878/2022, segundo atualização feita na sexta-feira (21). As resoluções concedem prazo adicional de nove meses e 18 meses, respectivamente.

Começando pelos blocos da ExxonMobil, as áreas SEAL-M-503, C-M-37 e C-M-67, adquiridas na 14ª Rodada de Licitações da ANP e localizadas nas Bacias de Sergipe-Alagoas e Campos, nesta ordem, tiveram a fase exploratória adiada para 29 de outubro de 2025. Já os blocos SEAL-M-505, SEAL-M-575 e SEAL-M-637, adquiridos no 1º Ciclo da Oferta Permanente, tiveram o período único adiado para 14 de novembro de 2027.

Os blocos de Sergipe-Alagoas são operados pelo consórcio formado por ExxonMobil (50%), Enauta (30%) e Murphy (20%), enquanto os blocos da Campos são operados pela Exxon com 100% de participação.

Por sua vez, a Murphy conseguiu a aprovação para adiar a fase exploratória dos blocos POT-M-857, POT-M-863 e POT-M-865, localizados na Bacia Potiguar e adquiridos pela companhia com 100% de participação na 15ª Rodada de Licitações da ANP. O período único foi prorrogado até 7 de fevereiro de 2028.

Ainda na Bacia Potiguar, a Petrobras conseguiu o adiamento da fase de exploração do bloco POT-M-952, até 11 de dezembro de 2027. O bloco também foi adquirido na 15ª Rodada de Licitações da ANP e é operado pela estatal (60%) em parceria com a Shell (40%).

Por fim, a Ubuntu obteve a prorrogação do 1º e 2º período exploratórios dos blocos PAR-T-198 e PAR-T-218, localizados na Bacia do Paraná e adquiridos com 100% de participação na 12ª Rodada de Licitações da ANP. Os prazos foram adiados para 3 de fevereiro de 2026 e 3 de fevereiro de 2028, respectivamente.

Não há nenhum poço exploratório perfurado nos 12 blocos citados, segundo dados da ANP.

Portfólio

A ExxonMobil possui participação em 26 blocos no Brasil, nas Bacias de Campos (13, sendo oito não operados e cinco operados), Sergipe (oito, todos operados), Santos (quatro, sendo três operados e um não-operado) e Alagoas (um, operado), e a participação não-operada de 50% nos campos de Bacalhau e Bacalhau Norte, em desenvolvimento na Bacia de Santos.

Já a Murphy possui participação em 12 blocos no Brasil, sendo oito em Sergipe (não operados), os três citados da Bacia Potiguar (operados) e um não operado em Alagoas.

O portfólio da Ubuntu é formado pelos dois blocos no Paraná e o campo em desenvolvimento de Dó-Ré-Mi, na Bacia de Sergipe (operado com 50% de participação, em parceria com a Centro Oeste O&G).

Fonte: Revista Brasil Energia