Plano de desenvolvimento do campo da Eneva no Amazonas prevê a perfuração de três poços
Por Bruno Postiga
A ANP aprovou a extensão do contrato de concessão do campo de Azulão, na Bacia do Amazonas até 31 de dezembro de 2043. O prazo original da fase de produção do ativo, comprado da Petrobras pela Eneva em novembro de 2018, expiraria em 2031.
A renovação do contrato está atrelada à aprovação do plano de desenvolvimento do campo, que prevê a perfuração e completação de três novos poços firmes e um contingente até 2021. Os trabalhos demandarão investimentos de R$ 147 milhões e resultarão em uma produção acumulada de 4,065 milhões de m³ de gás não associado, segundo a ANP.
A produção de Azulão abastecerá a usina termelétrica (UTE) Jaguatirica II, em Boa Vista (RR), a 1,1 mil km de distância. O projeto integrado desenvolvido pela Eneva envolve investimento de R$ 1,8 bilhão.
Para o diretor-geral da agência reguladora, Décio Oddone, a retomada da produção no campo de Azulão “é o caso mais claro dos benefícios dos desinvestimentos da Petrobras até agora”.
Fonte: Revista Brasil Energia