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Clippings - 20/09/18

Aposta no apoio aéreo de asa fixa a petroleiras

Omni quer trazer experiência vivida na África para os segmentos onshore e offshore no Brasil

A Omni Táxi Aéreo recebeu seu primeiro avião dedicado ao atendimento do setor de óleo e gás no Brasil. O plano é utilizar o modelo ATR42-500 para transportar equipes em trechos de longa distância, combinando com helicópteros para chegar ao destino final, quando necessário.

Um dos focos é a região Norte do país. A companhia participa, no momento, de uma licitação da Petrobras para transporte de passageiros entre Manaus e a província petrolífera de Urucu, que estão distantes mais de 600 km.

Mas a Omni quer ir além e oferecer às petroleiras serviços integrados de asas fixas (avião) e rotativas (helicóptero) também no segmento offshore.

Experiência nigeriana no offshore

O diretor da empresa, Ricardo Albuquerque, conta que a ideia surgiu a partir de uma experiência na Nigéria. Lá se observou que funcionários que vinham da Europa em voos comerciais chegavam, com frequência, cansados às plataformas devido às conexões e escalas.

“Vimos que o número de pessoas que vinham de fora justificava, em muitos casos, usar asa fixa. Entendemos que existe um espaço para fazer isso no Brasil”, diz o executivo, ressaltando que a integração dos serviços é uma tendência da indústria offshore. “Facilita muito a logística”.

Dona de uma frota de 45 helicópteros, a Omni é uma das quatro empresas que atendem ao segmento offshore no país, junto à Aeróleo, CHC Helicopter e Líder Aviação.

Na região Norte, os serviços de asa fixa para petroleiras são prestados por empresas como a MAP, Passaredo e Total.

 

Fonte: Revista Brasil Energia