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Clippings - 16/12/09

Armadores querem meios para competir

O Sindicato Nacional das Empresas de Navegação (Syndarma) comemorou 75 anos com recepção no Country Club do Rio de Janeiro. Ante a ausência da ministra Dilma Roussef – que foi para a reunião do clima, em Copenhague – quem falou pelos homenageados foi o comandante da Marinha, almirante Moura Neto. O presidente do Sindicato da Construção Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha, foi um dos homenageados.

O presidente do Syndarma, Hugo Figueiredo, ressaltou o trabalho da classe, enalteceu os marítimos e citou dois ex-presidentes presentes: Sergio Salomão e José Carlos Fragoso Pires.

Afirmou que a cabotagem dispõe de uma via de 10 mil km, entre o Rio Grande do Sul e os rios amazônicos e que o transporte tem aumentado, mas ainda pode ser muito mais usada, pois trata-se de meio econômico e não poluente. Citou que o setor de apoio marítimo tem crescido muito nos últimos anos. Elogiou o atual governo, por ter tido sensibilidade de dar apoio à construção naval e à navegação do país.

Em relação ao longo curso, lamentou que a navegação já tenha transportado 30% do comércio externo do país e hoje se limite a 1%. Disse que a saída está no aumento de competitividade e, para isso, torna-se necessário mudar o Registro Especial Brasileiro (REB). Esse sistema deverá reduzir ônus para os empresários, de modo a permitir a competição com armadores estrangeiros e reduzir a perda de fretes no balanço de pagamentos – estimada em US$ 12 bilhões a US$ 16 bilhões a cada ano.