No topo da lista, avaliados em US$ 2,7 bilhões cada um, estão os contratos de afretamento das sondas Arpoador e Copacabana, da Sete Brasil, cujo início estava previsto para 2015 e 2016, respectivamente.
As unidades fazem parte do pacote de 28 sondas originalmente contratadas pela Petrobras à empresa. No entanto, a expectativa é que apenas quatro delas venham de fato a operar para a petroleira.
Outras onze sondas da Sete (Leme, Marambaia, Grumari, Ipanema, Leblon, Comandatuba, Interlagos, Boipeba, Itapema, Pituba, Ondina) também estão na lista, além de unidades operadas pela Etesco, Ocyan, Diamond Offshore, Transocean, Delba, QGOG, Sevan e Basdrill Beta BV, entre outras.
No grupo de 101 contratos estão ainda os afretamentos de diversas plataformas da Petrobras, como o da P-74, no valor de US$ 1,986 bilhão, que está prestes a iniciar produção no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, e dos navios de GNL Golar Winter e Experience.
Fora do escopo de afretamentos, o contrato ativo mais caro da Petrobras é um de fornecimento de energia elétrica com a Baixada Santista Energia, no valor de R$ 5,674 bilhões e duração de 17 anos (término em 2027).
Também nessa lista estão um contrato de serviços de apoio logístico atendido pela própria Petrobras (R$ 5,6 bi), um de serviços técnicos especializados com a Petrorecôncavo (US$ 1,5 bi), de catalisadores de craqueamento catalítico (R$ 4 bi) e de cabeças de poço com a GE O&G (R$ 2,3 bi) e a Drill Quip (R$ 2 bi).
Acima de R$ 1 bilhão há ainda contratos de afretamento de PLSVs da Dofcon, Sapura, Subsea 7 e Technip-Ocyan, das duas embarcações de intervenção de poços (WIVs) da Helix, e do SESV (instalação subsea) Aker Wayfarer, da Akofs.
Entre outros destaques estão um contrato de cimentação de poços offshore com a Halliburton (US$ 522,3 mi), previsto para chegar ao fim em maio, de tubos de produção e revestimento com a Vallourec (R$ 1,7 bilhão) e de locação de equipamentos com a Baker Hughes (GE O&G), Halliburton e Schlumberger.
A Brasil Energia Petróleo utilizou taxas de câmbio do Banco Central de terça-feira (17/4) para fazer as conversões.
Fonte: Revista Brasil Energia