
A produção do campo de Atlanta foi retomada no domingo (5), após a reinstalação do módulo submarino de bombeio no poço #5, informou a Enauta em comunicado divulgado na quarta-feira (8). O ativo estava sem produzir desde o dia 1º de julho, devido a falhas nos conectores elétricos das bombas submarinas.A Enauta afirma que a produção do poço #5 deverá ser mantida em cerca de 12 mil bpd por um longo período, abaixo da sua capacidade de pico superior a 15 mil bpd em função de limitações da Plataforma Piloto, enquanto os outros dois poços deverão voltar a produzir ao longo dos próximos 30 e 60 dias, respectivamente.FPSO Atlanta e produção de outubroA companhia também informou que o FPSO Atlanta concluiu a sua segunda docagem seca e pintura em outubro. “Diversos itens finais também foram contratados neste mês para apoiar o início de produção, incluindo embarcações de apoio para a ancoragem da plataforma na locação”, detalhou a Enauta em comunicado.Conforme publicado pelo PetróleoHoje, a companhia prevê que o primeiro óleo do Sistema Definitivo (SD) de Atlanta seja extraído em maio de 2024. A plataforma, construída pela Yinson, deverá sair do estaleiro Dry Docks, em Dubai, em janeiro, com previsão de chegada à locação em março.Em outubro, a Enauta produziu uma média de 170,2 mil boe em seus ativos – considerando Atlanta (100%), na Bacia de Santos, e o campo de Manati (45%, participação não operada), na Bacia de Camamu. O volume representa um aumento de 319% ante setembro de 2023, quando a produção teve uma média de 40,6 mil boe.