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Clippings - 07/03/17

Aval para fusão entre Baker Hughes e GE pode levar mais tempo

O Departamento de Justiça (DoJ) dos Estados Unidos pediu informações adicionais à Baker Hughes e à GE para analisar a fusão entre as companhias. A transação foi anunciada em outubro de 2016 e, no Brasil, ainda está em análise pelo Cade.

As empresas explicaram que o pedido do DoJ é normal e que o efeito prático é a extensão do perãodo de espera. A previsão ainda é que a transação seja concluída até meados de 2017, sendo que ainda passará também pelo aval dos acionistas de ambas as empresas.

Entre novembro de 2014 e maio de 2016, a Baker Hughes já havia passado por dificuldades com o DoJ, que impediu que a companhia fosse comprada pela Halliburton. Na época, o órgão antitruste alegou que o acordo entre duas das três maiores companhias de serviços no país eliminaria a competição no mercado de 23 produtos e serviços aplicados nas atividades de exploração e produção.

Além disso, os desinvestimentos propostos pelas companhias para conseguir a aprovação não foram considerados suficientes, pois não incluíam unidades de negócios inteiras. Com isso, a fusão foi cancelada e a Halliburton pagou uma multa de US$ 3,5 bilhões à Baker Hughes.

Juntas, GE e Baker Hughes poderão receber mais da metade dos investimentos destinados a projetos de desenvolvimento em águas profundas após a conclusão da fusão. A estimativa das empresas é que possam fechar contratos responsáveis por até 55% do total investido em um projeto, já que poderão ser responsáveis pelos topsides e processamento, além de prestar serviços de poço, subsea e SURF.