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Clippings - 13/03/13

BG quer ser operadora e líder de consórcios em rodada de licitações

O presidente da BG no Brasil, Nelson Silva, afirmou que a companhia vai participar da 11ª Rodada de Licitações de blocos exploratórios da ANP como operadora e líder em consórcios. O leilão está marcado para 14 e 15 de maio, no Rio de Janeiro.

“A BG vai, sim, participar na 11ª Rodada. Temos grande interesse e participaremos de forma ativa”, afirmou o executivo, em coletiva de imprensa após o lançamento da pedra fundamental do centro global de tecnologia da empresa, no Rio de Janeiro. “E quando digo que quero participar é como líder de consórcio”, completou.

Com relação às outras rodadas previstas para este ano, Silva afirmou que a participação será objeto de análise. O governo pretende fazer um leilão de áreas do pré-sal, no modelo de partilha, e de áreas voltadas para exploração de gás natural em terra. Ambos os leilões estão previstos para o fim do ano.

Segundo o executivo, a exigência de conteúdo local no edital do leilão não é um obstáculo para o interesse da empresa na concorrência. Ele, porém, admitiu que existe uma dificuldade para a indústria atender a demanda aquecida atualmente.

“A indústria brasileira está bastante demandada, não só pela Petrobras, mas por todos os parceiros e todas as empresas que operam. Queremos ajudar o crescimento. Isso tem sido o maior obstáculo porque a capacidade instalada está com dificuldades para atender a grande demanda que de existe.

O presidente da BG no Brasil também disse que a recente discussão sobre a forma de distribuição de royalties do petróleo não vão afetar a estratégia da empresa no país. “Acreditamos nas instituições brasileiras no respeito aos contratos. E até hoje assim tem sido. Nós fazemos a nossa parte e os estados brasileiros, da mesma forma”.

O centro global de tecnologia está previsto para ser inaugurado em meados de 2014. O empreendimento está inserido no programa de investimentos da companhia em pesquisa e desenvolvimento (P&D), de US$ 1,5 a US$ 2 bilhões, até 2025.

No Brasil, a companhia espera atingir a produção de 600 mil barris de óleo equivalente (boe) por dia em 2020. Hoje a produção é de 30 mil boe/dia. Para atingir a meta, a empresa pretende investir US$ 30 bilhões até o fim desta década. A companhia atua hoje nos blocos BM-S-9, BM-S-10, BM-S-11 e BM-S-20, todos na bacia de Santos.