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Clippings - 19/07/23

Blocos da OPP totalizam R$ 366 milhões em bônus de assinatura

Localização dos blocos do 1º Ciclo da OPP (Fonte: ANP)

Os sete blocos atualmente disponíveis na Oferta Permanente de Partilha da Produção (OPP) totalizam R$ 366 milhões em bônus de assinatura e R$ 2,5 bilhões em investimentos exploratórios previstos, segundo o Painel Dinâmico da Oferta Permanente da ANP, disponibilizado na segunda-feira (17).

Separado por bacia, são R$ 341 milhões em bônus de assinatura e R$ 1,8 bilhão em investimentos exploratórios previstos para os blocos da Bacia de Santos, enquanto os blocos da Bacia de Campos preveem cerca de R$ 25,5 milhões em bônus de assinatura e R$ 720 milhões em investimentos exploratórios.

Dos sete blocos, cinco estão localizados na Bacia de Santos (Ágata, Jade, Cruzeiro do Sul, Esmeralda e Tupinambá) e dois estão na Bacia de Campos (Itaimbezinho e Turmalina), somando 15,4 mil km² de área.

O maior bloco é Esmeralda, com área total de 3,6 mil km². Já o bloco com o maior bônus de assinatura é Cruzeiro do Sul (R$ 134 milhões), seguido de Jade (R$ 104 milhões) e Ágata (R$ 61,8 milhões) – todos os quatro localizados na Bacia de Santos.

O bloco com maior percentual mínimo de excedente em óleo é Cruzeiro do Sul (14,13%), seguido de Ágata (12,58%) e Itaimbezinho (11,67%), este último localizado em Campos. Todos os sete blocos foram classificados como de “elevado potencial”, segundo o modelo exploratório descrito pela ANP.

Até o momento, existem 13 licitantes inscritas na OPP, oriundas de 10 países: Petrobras, QatarEnergy (Catar), CNODC, CNOOC, Sinopec (China), Ecopetrol (Colômbia), Chevron (EUA), TotalEnergies (França), Petronas (Malásia), Equinor (Noruega), Petrogal (Portugal), BP e Shell (ambas do Reino Unido).

Atualmente, há duas modalidades de Oferta Permanente: a OPP e a Oferta Permanente de Concessão (OPC), de acordo com o regime de contratação. Já foram realizados três ciclos da OPC e um ciclo da OPP, resultando na assinatura de 121 contratos de blocos no regime de concessão e quatro contratos de partilha.

Fonte: Revista Brasil Energia