Com um leque de serviços, que incluem o agenciamento de cargas marítimas e aéreas, de importação e exportação, FCL e LCL, além de seguro para o transporte internacional, a Blue Logistics Brasil visa agora ser a opção número um na solução em logística integrada internacional no Brasil, assim como em suas unidades na China, Colômbia, México e Estados Unidos, oferecendo adicionalmente o transporte terrestre, armazenagem e assessoria aduaneira.
Segundo Gabriel Carvalho, sócio-diretor e diretor comercial da companhia, no momento, estão sendo feitos investimentos na expansão do network próprio na Ásia, a Blue China. Segundo ele, existe o foco em atender o mercado de maneira mais próxima e, neste sentido, a empresa inaugurou seis escritórios próprios na China nos últimos 12 meses (Shanghai / Ningbo / Chongqing / Shenzhen / Qingdao / Tianjin) com mais de 120 colaboradores. Também foram inauguradas cinco filiais no Brasil para aumentar a presença localmente com a estruturação de suas bases e, o maior benefício dessas ações, segundo Carvalho, foi o de oferecer o apoio logístico aos clientes de cada região.
Com uma expectativa para este no Brasil de atingir por volta de 40.000 Teus Inbound + Outbound, crescendo 8,5% comparativo com o ano de 2014, apesar de toda a situação econômica atual, o executivo garante que há oportunidades nas operações de exportação provenientes do mercado nacional.
Para isso, a Blue Logistics investiu, ainda, na modernização em serviços e equipamentos, o que gerou mais precisão e velocidade na informação. “O mercado necessita de novas tecnologias, pois através de uma gestão estratégica temos uma visão mais ampla e completa. Ao integrarmos processos, nós otimizamos os resultados, temos tempo de focar no que importa e, consequentemente, aumentamos as chances de crescimento dos nossos negócios”, afirma o executivo.
De acordo com o diretor, a companhia, atualmente, está investindo no desenvolvimento de um sistema próprio na China, que atenderá todas as unidades de negócios da Blue Logistics no mundo. “O mercado atual sofre com a instabilidade cambial e político-econômica do Brasil, bem como o pessimismo e desconfiança dos empresários e investidores, o que nos impôs uma nova realidade mais cautelosa em que foram readequados nossas metas e investimentos alinhados com a realidade atual. Sabemos também que, as condições atuais atuarão como “filtro” imediato no mercado de logística internacional em curto prazo, o que é muito bom para nós que visualizamos e investimos no desenvolvimento do mercado brasileiro a longo prazo”, conclui.