
Para a Westwood Global Energy Group, o projeto do BM-C-33, operado pela Equinor, o desenvolvimento da fase 2 de Baleine, da Eni, na Costa do Marfim, e o projeto Trion, da Woodside Energy, no México, terão os principais contratos de árvores de natal molhadas (ANMs) observados até o final do segundo trimestre de 2023, de acordo com análise divulgada na sexta-feira (5).
Nesta última análise mensal, a Westwood contabilizou 141 pedidos de árvores de natal fechados, totalizando um aumento de 25%, em relação aos números de 2022 da mesma época. O aumento nos pedidos se deve em função do campo de Uaru da ExxonMobil (Guiana), o projeto de Moho Nord da TotalEnergies (República do Congo) e a perfuração em Raven da BP (Mar do Egito).
Além disso, a consultoria prevê que a demanda de ANM será de 151 neste ano, sendo 16 pedidos antecipados, 44 pedidos firmes, 76 prováveis e 15 possíveis. Durante o período de 2023 a 2027, a expectativa é que a demanda alcance 1.360 unidades.
A Petrobras a companhia com maior previsão de pedidos (197), seguida da ExxonMobil (180), Woodside (124), Equinor (115) e CNOOC (101).

A Equinor e a Petrobras, em parceria com a Repsol Sinopec, fazem parte das atividades do BM-C-33, sendo a petroleira norueguesa a operadora (35%, 30%, 30%, nessa ordem). Na última segunda-feira (8), as companhias anunciaram a decisão final de investimento (FID), no valor de aproximadamente US$ 9 bilhões.
Fonte: Revista Brasil Energia