A expectativa do BNDES de que as emissões de debêntures de infraestrutura decolariam este ano não se concretizou. Por isso, o banco estuda novas formas de incentivar esse instrumento com o objetivo de transformá-lo em uma ferramenta de captação para a fase inicial dos projetos e não somente para a etapa em que a obra está mais avançada, afirmaram fontes da instituição. A ideia é oferecer ao debenturista a garantia de que o BNDES comprará o papel caso haja problemas na implantação do empreendimento.
Desde que foram criadas em 2011, essas debêntures movimentaram R$ 3,6 bilhões, em sete operações. Desse total, apenas duas emissões ocorreram este ano, no valor de R$ 1,2 bilhão, A projeção do BNDES no ano passado era de que esse mercado girasse ao menos R$ 10 bilhões em 2013.