A petrolífera britânica BP decidiu priorizar o Brasil em sua aposta em biocombustíveis como uma das vias de transição energética, ao acertar ontem a compra dos 50% de participação que a Bunge detinha na joint venture criada pelas duas empresas em 2019, a sucroalcooleira BP Bunge Bioenergia.
Em paralelo, suspendeu o desenvolvimento de duas plantas de bioquerosene de aviação (SAF), uma nos Estados Unidos e outra na Alemanha, e vai avaliar a continuidade de outros três projetos do combustível renovável, duas na Europa e uma na Austrália.
Valor Econômico