A Brasco assinou contratos com a Statoil e a Total para apoiar atividades de exploração e produção das petroleiras na Bacia de Santos.
Os acordos preveem a prestação de serviços de apoio logístico portuário, controle de estoques e movimentação de cargas, armazenagem de tubulações e equipamentos, gerenciamento e segregação de resíduos e limpeza de tanques, entre outros, nas bases da Brasco no Caju, no Rio de Janeiro, e em Niterói, no entorno da Baía de Guanabara.
Serviços de apoio logístico portuário, controle de estoques e movimentação de cargas, pátio p/ armazenagem de tubulações e equipamentos, galpões p/ materiais, gerenciamento e segregação de resíduos, limpeza de tanques
O contrato com a companhia norueguesa visa apoiar sua campanha exploratória no bloco BM-S-8, onde estão as descobertas de Carcará e Guanxuma.
A Brasco está carregando o navio-sonda West Saturn, da Seadrill, com materiais que seguirão para locação. A expectativa é que as atividades se estendam até outubro deste ano.
A Statoil já utiliza a infraestrutura da empresa de logística para apoiar seus trabalhos no campo de Peregrino, na Bacia de Campos.
Já o contrato com a petroleira francesa visa inicialmente atender a logística associada ao FPSO Cidade de Caraguatatuba, no campo de Lapa, cuja operação foi assumida recentemente pela Total.
A duração do contrato será de oito meses, mas existe a possibilidade de extensão diante da perspectiva de início da campanha de desenvolvimento da área ainda este ano.
A Brasco também apoia a Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) no campo de Atlanta, onde está sendo instalado o FPSO Petrojarl I, com previsão de primeiro óleo neste trimestre.
O diretor-executivo da empresa, Gilberto Cardarelli, conta que a rotina operacional implementada em suas bases de apoio tem sido um fator determinante para a escolha das petroleiras privadas.
Entre os exemplos estão um sistema de controle de estoque e movimentação de carga em tempo real e uma tecnologia de jateamento automático utilizada em seu parque de tubos que reduz o risco de acidentes com trabalhadores.
“Atingimos um patamar de excelência internacional inédito no Brasil”, afirma o executivo.
Fonte: Revista Brasil Energia