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Clippings - 30/10/23

Brasil colaborou para aumento da receita de subsea da TechnipFMC no 3T23

O Brasil, assim como a Noruega, colaborou para o aumento da receita de Subsea da TechnipFMC do terceiro trimestre deste ano, informou a companhia em relatório divulgado na quinta-feira (26). No total, a receita do segmento foi de US$ 1,7 bilhão, representando um aumento de 5,6% em relação ao 2T23, devido aos projetos e serviços realizados nos países.

A companhia também informou que a entrada de contratos subsea no período totalizou US$ 1,8 bilhão no 3T23, representando um aumento de 55,6% ante o segundo trimestre de 2023. O contrato firmado com a Petrobras no final de setembro deste ano – avaliado entre US$ 75 milhões e US$ 250 milhões, para o fornecimento de tubos flexíveis para campos do pré-sal – foi um dos acordos destacados pela TechnipFMC no relatório.

Para o 4T23, a companhia estima que mais US$ 1,1 bilhão sejam adicionados a sua carteira de pedidos Subsea, totalizando US$ 9 bilhões para o ano de 2023. “E, se ampliarmos a visão para incluir as nossas expectativas atuais para 2024, acreditamos que os pedidos nos próximos cinco trimestres vão se aproximar dos US$ 11 bilhões”, disse Doug Pferdehirt, presidente e CEO da TechnipFMC, segundo o comunicado.

O executivo afirma que este ciclo pode ser explicado pelo número de bacias ativas e pelo número de operadores participantes nessas regiões, e prevê que as oportunidades permanecerão resilientes para além de 2025, “mesmo antes de considerarmos novas fronteiras que provavelmente se apresentarão na segunda metade da década”, segundo Pferdehirt.

Ao todo, a TechnipFMC registrou uma receita de US$ 2 bilhões no 3T23, um aumento de 4,3% comparado com o trimestre passado (US$ 1,9 bilhão). O lucro foi de US$ 90 milhões, enquanto no 2T23 houve um prejuízo de US$ 87,2 milhões.

Fonte: Revista Brasil Energia