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Clippings - 12/08/15

Brasil começa a entrar em ciclo de redução de tarifas de energia elétrica, afirma Eduardo Braga

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, destacou nesta terça-feira (11), durante o lançamento do Programa de Investimento em Energia Elétrica (PIEE), no Palácio do Planalto, que a continuidade dos investimentos de longo prazo garantem um ciclo de redução do custo de geração elétrica, que resulta na redução do custo da tarifa para o consumidor.

“O Brasil começa a entrar novamente em um ciclo de redução de tarifas. Fizemos o desligamento, no último sábado [dia 8], de 2 mil megawatts médios de geração térmica, cujo custo unitário estava acima de R$ 600. Máquinas que geravam energia com alto custo e desligamos sábado passado. Isso implica em economia de R$ 5 a 6 bilhões de no custo da geração”, previu ele.

Eduardo Braga salientou ainda a importância do planejamento de longo prazo do setor elétrico, que vem sendo feito pelo governo federal. Segundo ele, a economia brasileira depende de energia abundante, confiável e a preços competitivos para assegurar empregos tornar o sistema elétrico ainda mais robusto, além dos custos declinantes, para tornar os produtos mais competitivos com o mercado internacional.

“É esta a mensagem principal que estamos dando com o programa: estamos dizendo que o Brasil continua investindo em geração e em transmissão de energia elétrica, sem nenhuma pausa (…), assim ajudando a indústria a alcançar a desejada competitividade para nossos produtos”, disse.

O governo federal anunciou hoje investimentos de R$ 186 bilhões em energia elétrica até 2018. Braga ressaltou que o montante representa “investimentos novos, ainda não contratados”. São R$ 116 bilhões em obras de geração e R$ 70 bilhões em linhas de transmissão. Esses investimentos se somam a outros R$ 114 bilhões, que já estão sendo aplicados.

O ministro lembrou ainda que o novo modelo elétrico é resultado do empenho da presidenta, quando atuava no setor elétrico.

“Com muita negociação, com muita dedicação com todos os agentes do setor, [a sua condução] mostrou-se fundamental para que nós tivéssemos hoje um quadro diferente daquele de 2001, marcado pelo racionamento de energia. O planejamento estabelecido garantiu os investimentos em geração e em transmissão, que hoje asseguram o abastecimento em todo o País, mesmo diante dos desafios de falta d’água”, enfatizou.

Fonte: Blog do Planalto