Com a retomada dos leilões de blocos exploratórios e a aceleração dos desinvestimentos da Petrobras, novas concessionárias estão aparecendo no mercado brasileiro. Os exemplos mais recentes são os da BW Energy, que adquiriu o campo de Maromba, e da Perenco e Seacrest, que acertaram a compra de Pampo e Enchova, em parceria com a Ouro Preto – operações que ainda terão de ser aprovadas pela ANP.
No ano passado, a lista já havia crescido com a volta da alemã Wintershall, que arrematou sete blocos na 15ª rodada de concessões da ANP – quatro deles, na Bacia Potiguar, como operadora.
Atualmente, há 125 empresas operando ou com participação em projetos de exploração e produção no país. Depois da Petrobras, cujo portfólio compreende aproximadamente 470 empreendimentos (423 deles como operadora), a petroleira com maior número de ativos é a Shell (30 no total, sendo 19 como operadora).
Na sequência, entre os dez primeiros colocados, estão a ExxonMobil (27), BP Energy (26), Petra Energia 24), Petrogal (21), Imetame (21), Dommo Energia (20), Equinor (19) e Total (18).