O Brasil seguirá dominando a produção de óleo e gás global em águas profundas, respondendo por 40% da extração total nesse ambiente até 2025, prevê o Westwood Global Energy Group.
A manutenção da posição brasileira está principalmente associada ao plano de negócios da Petrobras, que prevê alcançar a produção de 2,84 milhões de bopd até 2023, com taxa anual de crescimento composta (CAGR) de 5% no período.
Até lá, a estatal programa o primeiro óleo de 13 novas plataformas: P-68, P-76 e P-77 este ano; P-70 em 2020 e Mero 1, Sépia e Búzios 5 em 2021; Parque das Baleias, Mero 2 e Revitalização Marlim 1 em 2022; e Sergipe Águas Profundas, Itaipu e Revitalização de Marlim 2 em 2023.
Petroleiras privadas também contribuirão para o aumento da produção no país. A norueguesa Equinor, por exemplo, planeja iniciar a produção em Carcará, em águas profundas da Bacia de Santos, entre 2023 e 2024.
Outro caso em destaque é o da francesa Total, que está desenvolvendo o campo de Lapa, onde atualmente extrai petróleo pelo FPSO Cidade de Caraguatatuba.
Segundo o Westwood group, a produção global em águas profundas seguirá em crescimento nos próximos anos, com alta de 49% em 2025 na comparação com 2018 — período em que mais de 1,2 mil poços serão perfurados.
Fonte: Revista Brasil Energia