unitri

Filtrar Por:

< Voltar

Clippings - 14/06/17

Brasil no ranking de queda nas reservas pelo segundo ano consecutivo

O Brasil continuou entre os países com maiores quedas nas reservas provadas pelo segundo ano consecutivo em 2016. Após ser o líder na perda de volumes em 2015, o país chegou ao final do ano passado empatado com a Noruega, ambos com diminuição de 400 milhões de barris de óleo, atrás apenas de Trinidad&Tobago, que perdeu 500 milhões de barris no ano.

Os dados foram divulgados no BP Statistical Review of World Energy de 2017. O Brasil encerrou 2016 com 12,6 bilhões de barris em reservas provadas, frente aos 13 bilhões de 2015 e aos 16,2 bilhões ao final de 2014. Hoje, o país é responsável por 0,7% das reservas provadas globais. Já a produção brasileira foi 2,8% do total global em 2016.

De acordo com o relatório, ao todo, as reservas globais subiram no ano passado, fechando 2016 com um volume de 1,7 trilhão de barris de óleo, aumento de 15,2 bilhões em relação ao final de 2016, quando o volume era de 1,69 trilhão de barris. Com isto, o volume voltou a ficar próximo do registrado ao final de 2014.

Os valores, no entanto, são diferentes dos divulgados no Annual Statistical Bulletin da Opep. De acordo com o relatório do cartel, as reservas provadas mundiais chegaram ao final do ano passado em 1,49 bilhões de barris, alta de 0,3% em relação ao ano anterior.

Redução nas reservas de petróleo
Create column charts

Ambos os relatórios, no entanto, concordam que 2016 marcou a menor média anual no preço do barril desde 2004. O Brent, preço de referência usado pela BP, ficou na média de US$ 44 no ano passado, enquanto a cesta de referência da Opep registrou uma média de US$ 40,76.