Apesar apesar do mau momento de sua conjuntura macroeconômica, o Brasil puxará o crescimento da indústria mundial de FPSOs nos próximos quatro anos, quando entrarão em operação no país 25 FPSOs – mais de um terço dos 64 previstos para o perãodo no mundo. As informações são da Global Data.
No caso brasileiro, as unidades flutuantes programadas para o perãodo irão operar em águas profundas e ultraprofundas do pré-sal e pós-sal. O plano de negócios da Petrobras prevê a entrada em operação de 18 FPSOs entre 2016 e 2019 – em 2015 começaram a produzir o FPSO Cidade de Itaguaí, em Iracema Norte, e a TLWP P-61, no campo de Papa Terra.
Já na Europa, a demanda por FPSOs será motivada por projetos no Mar do Norte e no Mar de Barents. Neste último, a Noruega prevê a instalação de três unidades. O Reino Unido também receberá sete FPSOs para o desenvolvimento de campos offshore.