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Clippings - 24/03/20

Brasil sobe no ranking de importações chinesas

País superou Omã em 2019, de acordo com a Energy Information Administration

O Brasil ultrapassou o Omã como a segunda maior fonte das importações de petróleo bruto da China fora da Opep em 2019, com média de 800 mil bopd – alta de 300% ante o ano anterior. Os números são da Energy Information Administration (EIA).

A primeira fonte externa ao cartel das importações chinesas é a Rússia, que registrou média de 1,6 milhão de bopd no ano passado, o equivalente a 15% dos 10 milhões de bopd importados pelo país asiático.

No contexto geral, incluindo países da Opep, quem mais exporta para a China é a Arábia Saudita: foram 1,7 milhões de bopd em 2019.

Fonte: EIA

A China é a maior importadora de petróleo desde 2017, quando superou os EUA. O acréscimo de 900 mil bopd na comparação com 2018 refletiu o aumento do consumo doméstico, da ordem de 14,5 milhões de bopd em 2019, assim como as expansões da capacidade das refinarias locais, que alcançaram recorde de processamento de 13 milhões de bopd no ano passado.

Para este ano, a previsão da EIA é que os números diminuam logo neste trimestre, devido às medidas de contenção do governo chinês contra a pandemia do Covid-19. “Os efeitos econômicos e de transporte provavelmente afetarão as importações de petróleo bruto, as refinarias e o consumo doméstico da China até o segundo trimestre”, projeta a EIA.

Fonte: Revista Brasil Energia