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Clippings - 22/02/17

Brasil sustenta produção da Galp

A produção mundial de petróleo da Galp atingiu a média de 67,6 mil boe/dia em 2016, um aumento de 48% em relação ao ano anterior. O incremento foi impulsionado pela carteira de negócios no Brasil, que contou com a entrada em operação dos FPSOs Cidade de Maricá e Cidade de Saquarema, além do ramp-up de novos poços interligados aos FPSOs Cidade de Itaguai e Cidade de Mangaratiba em operação no cluster do pré-sal da Bacia de Santos.

Os planos da petroleira são de duplicar a atual produção média mundial até 2021 e, para isso, serão investidos cerca € 5 bilhões nos próximos cinco anos.

Da produção total, 57,8 mil boe/dia foram extraídos no Brasil, nos projetos de Lula e de Iracema. A produção a Bacia de Santos responde hoje por 60% do volume de petróleo da petroleira.

A produção atual no Brasil é extraída por seis FPSOs, sendo que a partir de meados de março, uma sétima unidade entrará em operação no campo de Lula. O FPSO P-66, o primeiro dos oito FPSOs replicantes, deixou recentemente o Estaleiro Brasfels. Até 2021, outras cinco novas unidades de produção entrarão em operação na Bacia de Santos.

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Além das seis novas unidades programadas para o perãodo 2017-2021, a Galp prevê a entrada em operação de outros quatro FPSOs em Santos a partir de 2022.Os planos de crescimento na área de E&P estão focados no Brasil e em outros dois projetos, um em Angola, no bloco 32, e outro na Bacia de Rovuma, em Moçambique.

O resultado de 2016 foi apresentado pelo CEO da Galp, Carlos Gomes da Silva, em Londres, nesta terça-feira (21/2), junto com a divulgação do plano estratégico para o perãodo 2017-2021, que prevê investimentos de € 800 milhões a € 1 bilhão. O montante previsto para 2017 deverá girar em torno de € 1 bilhão e € 1,2 bilhão.

Apesar das projeções de crescimento da produção, os investimentos da petroleira para os próximos cinco anos terão uma redução de 20%. A queda, segundo a petroleira, está diretamente ligada à redução dos custos e ao estágio avançado de implantação dos projetos no Brasil.

* Repórter viajou a convite da Galp Energia