O offshore brasileiro teve seis sondas em atividade em agosto, mantendo-se estável em relação a julho mas ficando abaixo das sete de um ano antes, de acordo com relatório sobre o status da frota mundial (Rig Counts) divulgado pela BHGE na segunda-feira (9/9).
A quantidade de equipamentos em operação na costa do país ainda é bem menor que as 29 sondas marítimas em atividade em agosto de 2014 – ano de colapso dos preços do barril – e das 50 registradas no pico da série histórica iniciada 1982, em julho de 2011.
No onshore, a BHGE listou somente três sondas com algum tipo de movimentação em agosto deste ano – uma a mais que em julho e o mesmo número de um ano antes. O pico de atividades terrestres aconteceu em janeiro de 1983, quando havia 66 sondas operando.
No mundo, a contagem de sondas offshore em agosto ficou em 273, dez a menos que em julho e 41 a mais ante o mesmo mês de 2018. O total de sondas em atividade no mês passado foi de 2,206 mil equipamentos, 32 a menos que em julho e 72 abaixo na comparação anual.
A BHGE considera poços exploratórios e de produção, mas exclui da contagem sondas que estão realizando atividades de completação, intervenção e teste de produção.
Nos últimos 15 dias, a ANP registrou atividade em 21 sondas, seis delas no mar (West Saturn, Petrobras 10000, NORBE IX, Brava Star, Ensco 6002 e Norbe VIII). A agência reguladora lista os poços exploratórios em que houve intervenção com sonda, incluindo a perfuração ou teste de loga duração (TLD).
Fonte: Revista Brasil Energia