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Clippings - 25/10/22

Búzios terá mais sondas dedicadas

Divulgação

Petrobras afretará três novas sondas para o campo de Búzios. A companhia lançou bid solicitando propostas para unidades de águas profundas, com entrada em operação prevista para o final de 2023 e fevereiro de 2024. O bid está sendo conduzido via consórcio, fora do sistema Petronect. Por se tratar de um prazo extremamente curto, é dado como certo que a data de entrega das propostas, marcada para o final de outubro, será postergada.

Ao que tudo indica, a contratação visa incorporar novas unidades para a campanha de perfuração dos poços de desenvolvimento dos novos módulos de produção do campo. A Petrobras e seus sócios têm pela frente uma longa atividade de perfuração para atender aos FPSOs já contratados – Almirante Barroso, Almirante Tamandaré, P-78, P-79, P-80, P-82 e P-83 -, que irão compor os módulos 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11, entrando em operação de 2023 a 2026.

As novas unidades ficarão afretadas por quase três anos. A Petrobras já conta com outras unidades operando com dedicação exclusiva ao campo de Búzios.

A lista de sondas já afretadas para Búzios contempla os navios-sonda Jupiter, Carina e Tellus, da Seadrill, e Carolina e Victoria, da Petroserv, que irão entrar em operação. Atualmente, a campanha de perfuração é executada pelo navio-sonda Etesco Takatsuguo.

Como todas as unidades presentes no Brasil estão sob contrato e não estarão liberadas a tempo de atender o prazo requerido pela Petrobras no edital, a oferta de sondas na licitação ficará limitada a unidades que estão no exterior e fora de operação. Diante desse cenário, a projeção é de que as taxas diárias ofertadas venham alta, superando o patamar de US$ 450 mil/dia.

Especialistas consultados pelo PetróleoHoje afirmam que o investimento necessário para colocar uma sonda em operação novamente é extremamente alto. Somando investimento e mobilização, a estimativa é de que valor gire em torno de US$ 100 milhões.