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Clippings - 06/02/26

CEO da Shell nega venda de ativos em Vaca Muerta

O CEO Wael Sawan e a CFO Sinead Gorman disseram que estão ativos no mercado de fusões e aquisições e analisarão todas as oportunidades para investir o capital da empresa de forma sensata e maximizar seu valor, sem ter “vacas sagradas”

O CEO da Shell, Wael Sawan, e a CFO Sinead Gorman, no vídeo de apresentação dos resultados de 2025 (Foto: Divulgação Shell)

O CEO da Shell, Wael Sawan, afirmou, nesta quinta-feira (5), que a empresa não vai vender ativos no projeto de exploração e produção de gás de xisto de Vaca Muerta, na Argentina. A possibilidade foi noticiada pela imprensa no fim do ano passado, após a Shell ter confirmado a saída do projeto Argentina GNL.

Em entrevista sobre os resultados da Shell em 2025, Wael Sawan e a CFO da empresa, Sinead Gorman, chamaram as notícias de fake news, mas pareceram deixar uma porta aberta para uma futura confirmação. Disseram que estão ativos no mercado de fusões e aquisições e analisarão todas as oportunidades para investir o capital da empresa de forma sensata e maximizar seu valor, sem ter “vacas sagradas”, fazendo um trocadilho com o nome do projeto argentino.

A Shell é a sexta maior produtora de óleo e gás da Argentina, atrás de YPF, Pan American Energy, Vista Energy, Cia. de Hidrocarburo Não Convencional e Petronas, e é a quarta produtora no projeto de Vaca Muerta. 

Localizada na Bacia de Neuquén, na Patagônia Argentina, é um dos maiores reservatórios de hidrocarbonetos não convencionais do mundo, abrangendo cerca de 30.000 km². É considerada a segunda maior reserva global de gás de xisto e a quarta de petróleo de xisto. Vaca Muerta é estratégico para o Brasil, que já testa a importação do gás argentino.

Fonte: Revista Brasil Energia