Empresa fará a aquisição, com nodes, de dados 4D no campo. A CGG irá iniciar um novo mapeamento sísmico 4D no campo de Lula, na Bacia de Santos, até o fim de janeiro. Realizada com o auxílio de nodes, tecnologia que consiste na instalação de sensores no fundo do mar, a campanha envolverá uma área de interesse de 111 km² e será executada em duas etapas distintas, uma para levantamento base e outra, para monitoramento.
A campanha será executada pela CGG em parceria com a Seabed Geosolutions, joint venture formada pela empresa francesa e a Fugro. O trabalho de aquisição dos dados da primeira fase irá se estender por cerca de dois meses, enquanto o processamento deverá consumir cerca de quatro meses. Ao todo, serão instalados 1.024 sensores.
A segunda etapa da campanha só terá início no fim de 2016. O contrato entre a Petrobras e a CGG foi assinado há cerca de dois meses.
Esse será o segundo mapeamento com nodes feito no Brasil pela CGG. A campanha de estreia foi realizada há quase um ano para a Chevron, no campo de Frade, na Bacia de Campos.
A CGG detém 40% de participação na Seabed Geosolutions, cabendo os outros 60% à Fugro.