
A joint venture formada pela CGX e a Frontera Energy informou, na segunda-feira (11), em apresentação sobre os resultados do bloco Corentyne, no offshore da Guiana, que a decisão final de investimento (FID) do projeto está prevista para 2026. Já o primeiro óleo é esperado para 2030
Neste momento, a JV iniciou a fase de appraisal. Já foram identificados de 514 a 628 milhões de boe de recursos prospectivos brutos unrisked estimados no horizonte Maastrichtiano da porção norte do bloco Corentyne.
O presidente do Conselho de Administração da JV, Gabriel de Alba, explicou que há possibilidade de um potencial adicional na parte mais profunda dos horizontes campaniano e santoniano.
Para o plano conceitual de desenvolvimento de campo para a porção norte de Corentyne, a JV contratou a Subsea Integration Alliance, hoje incorporada à OneSubsea (JV formada pela SLB, Aker Solutions e Subsea 7). Neste negócio está incluído a arquitetura subsea, planejamento do poço de desenvolvimento, instalações de produção e escoamento, entre outros serviços.
A porção norte do bloco Corentyne inclui as descobertas de óleo leve e condensado no poço Kawa-1, realizada em 2022, e a descoberta de óleo no poço Wei-1, assim como um potencial complexo de canais centrais que ainda está para ser avaliado. A CGX possui uma participação de 28% no bloco – que está localizado a 200 km da costa de Georgetown, capital da Guiana – enquanto a Frontera detém o restante (72%).
Fonte: Revista Brasil Energia