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Clippings - 05/07/23

China tenta bloquear imposto sobre carbono e zero GEE em 2050

O governo chinês opera para bloquear o alinhar da indústria marítima ao Acordo Climático de Paris. Uma nota diplomática distribuída a países membros da IMO e obtida pelo Financial Times e pela Reuters insta países “em desenvolvimento” a se posicionarem contra a iminente adoção de GEE zero em 2050 pela IMO.

O documento distribuído aos países descreve a meta de zero emissões de GEE no ciclo de vida até 2050 como uma visão irrealista promovida por países desenvolvidos. O documento enfatiza que a meta impediria o desenvolvimento sustentável da navegação internacional, aumentando o custo da cadeia de suprimeiros.

No lugar da iminente determinação de GEE zero da IMO, o documento sugere a continuação das emissões de combustíveis fósseis após 2050, desde que sejam compensadas de outra maneira.

A China promete uma transição nacional para emissões zero em 2060, 10 anos após a meta do Acordo de Paris.

No memorando, a China também se opôs às propostas de uma taxa de carbono, que a maioria dos especialistas e pesquisadores da indústria acredita ser um requisito necessário para tornar os combustíveis de carbono zero viáveis. Uma taxa levaria a um aumento significativo nos custos do transporte marítimo, afirma Pequim.

Como proprietário da maior empresa de navegação do mundo em tonelagem, a Cosco, e da maior empresa de construção naval do mundo, a CSSC, o governo chinês tem uma participação maior na indústria de navegação do que qualquer outra empresa.

Fonte: Revista Portos e Navios