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Clippings - 15/04/20

China toma medidas para apoiar empresas e aumentar emprego

A China tomará medidas sólidas para implementar medidas de apoio às empresas para ajudá-las a superar os desafios e aumentar o emprego entre os graduados, de acordo com uma reunião executiva do Conselho de Estado.

A reunião, presidida pelo primeiro-ministro Li Keqiang, ressaltou que o país vem implementando uma série de políticas e medidas para beneficiar as empresas desde o início do ano para apoiar o controle da pandemia, aliviar os encargos das empresas e retomar o trabalho.

A implementação sólida das políticas deve ser garantida, segundo a reunião, incluindo uma série de cortes de impostos que podem reduzir os encargos para as empresas em 1,6 trilhão de yuans (US$ 227,25 bilhões) e 1,29 trilhão de yuans de títulos especiais do governo local emitidos antes do programado.

Em termos de apoio financeiro, a China ofereceu 3,55 trilhões de yuans de capital de baixo custo a instituições financeiras por meio de cortes no coeficiente de reservas obrigatórias e nas cotas de reempréstimo e redesconto, informou a reunião.

Múltiplas medidas devem ser tomadas para aprimorar ainda mais a implementação de políticas fiscais positivas, aumentar o suporte financeiro à economia real e às pequenas e médias empresas e aliviar a pressão de custos para as empresas das indústrias de manufatura e serviços, observou a reunião.

Na reunião também foi decidido a adoção de medidas eficazes para aumentar o emprego entre os graduados, cujas perspectivas de trabalho parecem sombrias devido ao impacto da COVID-19.

Para promover o desenvolvimento de novos modelos de negócios e a flexibilidade do mercado de trabalho, serão tomadas medidas para fortalecer os empréstimos garantidos para startups e incentivar o empreendedorismo e a inovação em massa.

Os serviços de emprego devem ser aprimorados, com políticas especiais de apoio para facilitar o emprego para os graduados na Província de Hubei, a região mais afetada pela epidemia, segundo a reunião.

A renovação de antigas áreas residenciais urbanas constitui uma medida importante para melhorar a subsistência das pessoas e expandir a demanda doméstica, observou a reunião.

A China pretende renovar mais de 39.000 comunidades residenciais urbanas antigas em todo o país este ano, podendo beneficiar cerca de 7 milhões de famílias, com o objetivo de melhorar os serviços públicos, como atendimento a idosos, assistência infantil e médica nas comunidades.

Na tentativa de aprofundar o desenvolvimento em larga escala do oeste do país, foi determinada a prorrogação do prazo de certas taxas tributárias favoráveis e a diminuição do limiar de políticas preferenciais para setores selecionados da região.

XINHUA Português