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Clippings - 18/01/17

Cinquenta contratos de exploração foram encerrados em 2016

O Brasil entrou em 2017 com 308 blocos de exploração contratados. Foram encerrados 50 contratos de exploração em 2016, 35 deles devolvidos pelas petroleiras e 15, por decisão da diretoria da ANP, que extinguiu contratos da Petra em Tucano Sul – a medida foi tomada no fim do ano e publicada já em 2017.

O número de blocos da 11ª rodada devolvidos e com contratos encerrados, caso das 15 áreas da Petra, já é de 41. Chama atenção o número de projetos encerrados cerca dois anos após a assinatura dos contratos. Desconsiderando o caso de Tucano Sul, 22 contratos da rodada, em terra, foram devolvidos após os primeiros investimentos nas áreas – feitos em 2013, quando foram licitados.

O número de blocos devolvidos em 2016 é o maior desde 2013, quando 41 contratos foram encerrados. Somando-se aos 15 da Petra em Tucano Sul, o total de 2016 só é superado por 2009, quando foram feitas 61 devoluções.

Outra característica de 2016 é o baixo número de novas declarações de comercialidades, corroborando que as empresas devolveram as áreas em fases iniciais de exploração. Foram declarados apenas dois novos campos ano passado, ambos em terra. Um projeto da PGN no Paraíba (Gavião Preto) e outro da Petrobras no Recôncavo (Guriatí). O ano de 2016 ficou marcado pelo baixo investimento exploratório e pela não comercialidade de nehuma área offshore.