Com a contínua redução do capex das petroleiras, a Technip já enxerga mais oportunidades de negócios no segmento onshore, principalmente em regiões como América do Norte, Leste Europeu, África e Oriente Médio. Nos mercados offshore e subsea, há apenas casos pontuais que apresentam maior resiliência à queda do preço barril, segundo a companhia.
No terceiro trimestre, a fornecedora francesa registrou lucro de € 164 milhões, alta de 24% ante os € 132 milhões referentes ao mesmo perãodo de 2014, refletindo crescimento de 10% da receita, que ficou em US$ 3,1 bilhões.
Entre julho e setembro, a empresa recebeu € 1,746 bilhão em novos pedidos, ante € 2,211 bilhões no 3T14, fechando o trimestre com backlog de € 17,459 bilhões, contra € 19,306 bilhões em setembro de 2014.
No segmento subsea, a Technip apresentou bom progresso nos projetos no Oeste Africano, que ocuparão boa parte da frota da empresa nos próximos trimestres. A entrada de pedidos foi baixa, mas a demanda por tubos flexíveis no Brasil manteve-se robusta, com um novo contrato fechado para o TLD de Libra.
A expectativa é por um resultado melhor do que o esperado para o ano de 2015 nas áreas subsea e offshore, que recebeu € 1,2 bilhão em pedidos no trimestre. A empresa comemorou o desempenho da joint venture com a FMC Technologies, a Forsys Subsea, que fechou dois contratos de FEED no trimestre.