A Petrobras começou a primeira perfuração prevista pelo plano de avaliação da descoberta (PAD) de Pitu, nos blocos POT-M-853 e POT-M-855, ambos do contrato BM-POT-17, no offshore Potiguar. O poço 3-BRSA-1317-RNS teve a perfuração iniciada em 12 de setembro pela sonda Ocean Courage, em lâmina d’água de 1.806 m.
A descoberta de Pitu foi feita em dezembro de 2013 por meio do poço 1-BRSA-1205-RNS e foi a primeira em águas profundas na Bacia Potiguar. O PAD foi aprovado em outubro de 2014 e prevê uma perfuração firme e uma contingente.
Como compromissos firmes também ficaram acordados um levantamento de 2,323 km² de sísmica 3D, com processamento PSDM (pre-stack depth migration), reprocessamento da sísmica existente e estudos especiais de petrologia do reservatório, que incluirão análises de petrofísica, difratometria de raios X (DRX), microscopia eletrônica de varredura (MEV) e correlação rocha-perfil. O único compromisso contingente é um teste de formação em poço revestido (TFR).
A Petrobras opera o POT-M-853 e o POT-M-855 com 40% da concessão, em parceria com a Petrogal (20%) e a BP (40%). A petroleira britânica entrou no projeto este ano, quando comprou 50% da participação da Petrobras na área.
ES-T-486
Também no dia 12 de setembro, a Petrobras iniciou a perfuração do poço 1-BRSA-1318-ES, no bloco ES-T-486, na Bacia do Espírito Santo. A perfuração é conduzida pela sonda Oil 127. O bloco foi arrematado na 11ª Rodada e, desde então, foram perfurados outros dois poços na área, ambos com indícios de petróleo e um deles com indícios de gás
Na área do bloco também está localizado o campo de Cancí.