O consórcio do bloco ES-M-525 (BM-ES-23), na Bacia do Espírito Santo, está estudando o potencial petrolífero da área para preparar um plano de desenvolvimento. No bloco, foram feitas três descobertas, batizadas de Brigadeiro, Quindim e Pé de Moleque.
O plano de avaliação da descoberta (PAD) da área tinha término previsto para fevereiro de 2017, mas foi adiado para 2020. A campanha de avaliação está preparada desde o final de 2015 e ainda prevê uma perfuração que deverá ser feita até fevereiro de 2019.
A sinalização sobre a declaração de comercialidade da área foi feita pela PTTEP na divulgação de seus resultados do primeiro trimestre de 2017. A concessão do ES-M-525 é operada pela Petrobras (65%), em parceria com a PTTEP Brasil (20%) e a Inpex (15%). A companhia tailandesa também tem participação em outros quatro blocos no Brasil, todos na Bacia de Barreirinhas.
“O projeto está no processo de avaliação do potencial petrolífero da Bacia de Barreirinhas”, afirmou a companhia sobre as áreas.
Atualmente, a petroleira tem como objetivo alcançar uma média de custos em seus ativos de US$ 29/boe, reduzindo o valor de US$ 30,46/boe de 2016. A PTTEP registrou um lucro de US$ 349 milhões no primeiro trimestre de 2017, aumento de mais de 100% em relação aos ganhos de US$ 211 milhões do mesmo perãodo no ano passado. Já as receitas no trimestre somaram US$ 1,1 bilhão, estáveis em relação aos mesmos meses em 2016.