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Clippings - 03/01/20

Constellation fecha contrato de afretamento

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Songa Encourage is one of the four drilling rigs covered by the new services agreement between Wärtsilä and Songa Offshore.

A sonda Ocean Courage, da Diamond, está perfurando no campo de Marlim Leste, na Bacia de Campos

A Petrobras e a Constellation concluíram as negociações para o afretamento da semissubmersível Atlantic Star. A unidade foi ofertada no segundo lote da licitação para afretamento de uma sonda ancorada com capacidade para perfurar em 600 m de lâmina d´água, assegurando o terceiro melhor lance do leilão, realizado no início de outubro.

O contrato será levado para aprovação da diretoria da petroleira neste mês. A proposta original da Constellation no leilão ficou em US$ 219 mil/dia, mas o valor será fechado abaixo de US$ 190 mil/dia.

O grupo brasileiro desbancou a PGP (Shandong Offshore) e a Noble na fase de negociação direta. As empresas haviam apresentado ofertas menores na abertura das propostas, com taxas diárias de US$ 170 mil e US$ 200 mil, respectivamente.

De acordo com o edital, a sonda terá que estar pronta para operação em até 270 dias após a assinatura do contrato. O prazo de afretamento será de três anos, com possibilidade de renovação por mais dois anos. O contrato será direcionado a campanhas de abandono e work-over, sobretudo na Bacia de Campos e em ativos do programa de desinvestimento da Petrobras.

Construída em 1976, a Atlantic Star integra a carteira da Constellation desde 1996, tendo sido submetida a um upgrade em 2011. Sem operar desde meados de 2018, quando o contrato de afretamento de sete anos com a Petrobras chegou ao fim, ela era a única sonda sem contrato do grupo brasileiro.

Em 2018, a Constellation, que está em recuperação judicial, chegou a ter seis unidades de sua frota paradas, depois que os contratos com a Petrobras chegaram ao fim, mantendo apenas uma única unidade em operação para a ONGC, no exterior.

Antes da negociação da Atlantic Star, a empresa acertou com a Petrobras o afretamento do navio-sonda Amaralina Star, que irá operar neste início de ano em regime de dedicação exclusiva na área do BM-S-11, pelo prazo de dois anos.

Agora, a Constellation se prepara para colocar em operação para a Petrobras três outras semissubmersíveis: a Gold Star, Alpha Star e Lone Star, que alcançaram as melhores taxas diárias na licitação do pool. O início de atividade das sondas está previsto para ocorrer ao longo de janeiro.

A Petrobras pretende contratar uma ou mais sondas ancoradas para operação em lâmina d’água de 700 m, a partir de dezembro de 2020. O edital da licitação foi lançado no final do ano com entrega de propostas marcada para o dia 16 de janeiro.

Fonte: Revista Brasil Energia