Sonda do grupo irá reforçar a campanha de perfuração na área do projeto BM-S-11
A Petrobras e a Constellation concluíram as negociações diretas para o afretamento do navio-sonda Amaralina Star, pelo prazo de dois anos. A unidade irá operar sob o regime de dedicação exclusiva no projeto do BM-S-11, ativo localizado no cluster de Santos e operado sob o regime de consórcio.
A previsão é que o Amaralina Star entre em operação no início de 2020. O contrato entre as duas empresas será assinado em dezembro, após de três meses de negociações. O valor do negócio será fechado com base nas taxas diárias apresentadas em recentes licitações da Petrobras voltadas ao pool e ao BM-S-11.
Com a contratação do navio-sonda, o consórcio formado pela Petrobras, Shell e Petrogal reforçará a campanha de perfuração na área. Desde novembro, uma outra sonda da Constellation, a Laguna Star, opera na região sob regime de dedicação exclusiva.
Durante dois anos, o consórcio manteve duas unidades de perfuração da antiga Ocean Rig, a Deepwater Mikonos e a Deepwater Corcovado, operando exclusivamente na área. A estratégia de trabalho foi interrompida em maio de 2018, por conta do término dos contratos.
O projeto do BM-S-11 é considerado um dos ativos mais importantes do cluster de Santos. Os trabalhos exploratórios na região confirmaram as descobertas de Lula, Iracema, Berbigão, Sururu e Atapu.
Além da Amaralina Star, a Constellation se prepara para colocar em operação para a Petrobras três semissubmersíveis de perfuração, a Gold Star, Alpha, Star e Lone, que tiveram as melhores taxas diárias na licitação do pool. O início de atividade das sondas está previsto para ocorrer entre dezembro e janeiro.
Fonte: Revista Brasil Energia