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Clippings - 25/03/26

Constellation reporta lucro de US$ 41,5 milhões no ano de 2025

Número é 2,3% menor em relação ao lucro bruto visto no ano anterior (US$ 42,5 milhões), segundo os resultados financeiros divulgados pela companhia. Entre as iniciativas estratégicas para 2026, a empresa prevê o uplisting para o mercado principal da Oslo Børs

Alpha Star, sonda da Constellation (Foto: Divulgação Constellation)

A Constellation teve um lucro bruto de US$ 41,5 milhões no ano de 2025, 2,3% menor em relação ao lucro bruto visto no ano anterior (US$ 42,5 milhões), segundo os resultados financeiros divulgados pela companhia nesta terça-feira (24). 

Já a receita líquida reportada foi de US$ 597 milhões, crescimento de 6% em relação a 2024 (US$ 563 milhões), em função da alta utilização e gestão eficiente da frota, segundo a Constellation. 

A companhia registrou EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado de US$ 233 milhões em 2025, 37% acima do guidance inicial para o ano, com margem de 39% sobre a receita.

No ano, as sondas Gold Star (afretada pela Petrobras) e Atlantic Star (afretada pela Karoon) tiveram seus contratos estendidos até o final do ano, e as unidades Alpha Star e Laguna Star (ambas afretadas pela Petrobras) passaram por transições contratuais bem-sucedidas.

A Constellation iniciou ainda as operações do navio-sonda Tidal Action e da plataforma jack-up Admarine 511, ampliando sua atuação na operação de ativos de terceiros. Ambas as plataformas estão operando para a Petrobras. 

Ao todo, a empresa finalizou o ano com um backlog de contratos de US$ 1,7 bilhão, e uma disponibilidade operacional (uptime) da frota de 95%. A Constellation possui uma frota de sete sondas (Alpha Star, Amaralina Star, Atlantic Star, Brava Star, Gold Star, Laguna Star e Lone Star), e opera duas unidades de terceiros (a Tidal Action, da Hanwha Ocean, e a Admarine 511, da Ades Holding Company).

Entre as iniciativas estratégicas para 2026, a Constellation prevê o uplisting para o mercado principal da Oslo Børs, sujeito às aprovações finais. De acordo com a empresa, a migração deverá ampliar o acesso a investidores institucionais, aumentar a liquidez das ações e fortalecer o posicionamento da companhia no mercado internacional de capitais, em linha com elevados padrões de governança e transparência.

Fonte: Revista Portos e Navios