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Clippings - 20/09/16

Contagem regressiva para o PN 2017-2021

Uma estratégia contida, factível de ser cumprida, totalmente diferente dos últimos planos. Essa é a aposta do mercado e de fontes da Petrobras para o Plano de Negócios de 2017-2021, programado para ser apreciado nesta segunda-feira (19/8), pelo Conselho de Administração da petroleira, que se reúne a partir do meio-dia.

Fontes envolvidas no processo antecipam que os investimentos anuais serão reduzidos e que o montante aprovado deve variar de US$ 14 bilhões a US$ 17 bilhões. A expectativa é de que a reunião do colegiado avance pela noite e a direção da Petrobras já definiu que só divulgará um comunicado oficial na terça-feira (20/9), nas primeiras horas da manhí.

Grande parte do primeiro PN da gestão de Pedro Parente será calcada no desinvestimento e no carrego dos investimentos pelos novos sócios, quando a venda de ativos não for integral. Além de intensificar o desinvestimento nas áreas de E&P e de Gás, a petroleira venderá ativos no Downstream, através de refinarias organizadas em polos regionais, e na área de Energia, onde a estratégia é sair de algumas térmicas.

No que diz respeito aos investimentos, a área de E&P será o carro-chefe do plano 2017-2021, embora a companhia tenha definido rever alguns projetos previstos e sua antiga curva de produção. O plano de venda de refinarias em estudo previa pelo menos dois pacotes, um envolvendo a Regap (MG) e a Reduc (RJ) e outro contemplando a Repar (PR) e a Refap (RS), além da busca de um sócio para o projeto da Rnest.

A revisão do PN da Petrobras na gestão de Pedro Parente começou a ser discutida em junho. Junto com o PN 2017-2021, a Petrobras divulgará também sua visão estratégica de longo prazo, até 2030.

A reunião do CA está sendo realizada na sede da Petrobras, no edifício Senado.