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Clippings - 09/08/18

Demanda de poços volta a crescer em 2019

BE Petróleo apresenta estimativas da Petrobras para operações de perfuração e completação offshore

A demanda de poços offshore da Petrobras deve voltar a crescer em 2019, após quatro anos de queda. Segundo estimativas da estatal a que a BE Petróleo teve acesso, estão previstas a perfuração de 47 poços e a completação de 50 poços no ano que vem, altas de 10% e 20%, respectivamente, ante 2018.

Em 2014 foram perfurados e completados 101 e 73 poços marítimos, respectivamente. De lá para cá, a demanda de poços caiu continuamente, chegando a seu menor patamar este ano.

Considerando-se os próximos cinco anos, o pico de operações deve ocorrer em 2021, quando estão previstas a perfuração e completação de 82 e 71 poços, nessa ordem.

Concorrências

Alguns bids movimentam o mercado, que ainda digere a notícia de suspensão do redesenvolvimento do campo de Frade. Recentemente, a Equinor abriu uma concorrência para construção de dois poços em Carcará, no bloco BM-S-8, na Bacia de Santos.

A Petrobras lançou uma licitação para contratação de serviços de recompletação com aplicação da técnica de frac-pack para revitalizar o campo de Roncador, na Bacia de Campos. Um novo bid, para poços injetores de pós-sal, deve ser aberto em breve pela estatal.

Resultados

No mês passado, a BHGE venceu uma licitação voltada ao bloco BM-S-11, onde está o campo de Lula, e para as áreas de Libra e da cessão onerosa, no pré-sal de Santos. O escopo compreende cerca de 50 poços com duas zonas produtoras.

Já a Superior Energy levou um lote de 19 poços, com uma só zona produtora, para o BM-S-11, cessão onerosa e o campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos.

Onshore

Em relação às atividades terrestres, a expectativa recai sobre o Projeto Topázio, de desinvestimentos de campos maduros da Petrobras, como mostrou a reportagem Terra Fértil.

Entre os potenciais interessados nos ativos estão empresas como a Great Energy, PetroRecôncavo, Eneva, Alvopetro, Gran Tierra e Maha Energy, Geopark e Ouro Preto.

Fonte: Revista Brasil Energia